ÓMICRON - Os sintomas e as preocupações para evitar a Covid-19. Variante pode dominar Europa nos próximos meses

03/12/2021


 

 

Ómicron é a palavra no centro do debate da Covid-19 em todo o mundo. É o nome da mais recente variante do SARS-CoV-2, identificada na África do Sul.

Apesar dos sintomas leves, está a alastrar rapidamente e a provocar o fecho de fronteiras, o cancelamento de voos e o agravamento de restrições nacionais, por toda a União Europeia e noutras partes do Mundo.

Cansaço, pequena irritação na garganta, dores de cabeça e febre ligeira são os sintomas principais revelados por doentes infetados pela variante Ómicron. Muitos dos infetados revelam-se assintomáticos.

 
 

Poucos doentes, identificados com a Ómicron na África do Sul, revelaram febre alta, tosse recorrente e perda de paladar ou olfato.

A variante denominada B.1.1.529 foi descoberta pela investigadora Raquel Viana a 19 de novembro, de uma amostra recolhida dez dias antes, e foi reportada à Organização Mundial de Saúde (OMS) a 24 de novembro.

Foi designada, dois dias depois, como “Variante de Preocupação” (VdP) devido sobretudo à rápida propagação verificada e às muitas mutações encontradas. Integrando esta lista foi rebatizada como Ómicron.

O Grupo de Consultoria Técnica para a Evolução do Vírus SARS-CoV-2 da OMS (TAG-VE, na sigla anglófona) tem vindo a estudar intensivamente a nova variante, tendo encontrado uma série de mutações, inclusive na proteína S ou “spike” (espícula), a responsável pela infeção das células.

 
 
 
 

Investigadores por todo o mundo estão também a estudar a Ómicron, em termos de transmissibilidade, gravidade das infeções e sintomas verificados, reação às vacinas, aos testes de diagnóstico e aos tratamentos em curso.

As conclusões são ainda escassas, sugerem uma maior capacidade de reinfetar quem já teve Covid-19 que as variantes anteriores, mas, de acordo com a OMS, não justificam o bloqueio de viagens.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, referiu mesmo estar em curso um "apartheid de viagens" contra certos países africanos, visando sobretudo aquele que identificou a Ómicron e que partilhou os dados com o resto do mundo. euronews


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