Audiências públicas da Nova Ferroeste começam nesta segunda-feira
Equipes do Ibama vão coordenar os encontros e realizar vistorias técnicas no traçado proposto. A Nova Ferroeste vai passar por 49 municípios do Mato Grosso do Sul e do Paraná.

14/05/2022


Foto: José Fernando Ogura/AEN

 

Nesta segunda-feira (16) começa a sequência de sete audiências públicas para apresentar os resultados do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Nova Ferroeste, idealizado pelo Governo do Paraná. Dourados, no Mato Grosso do Sul, recebe o diálogo dos técnicos envolvidos no projeto com a sociedade às 19 horas. O município fica a 90 quilômetros de Maracaju, ponto de partida da estrada de ferro que vai percorrer oito cidades do Mato Grosso do Sul e 41 do Paraná, até chegar ao Porto de Paranaguá, no Litoral.

As audiências públicas são etapas do processo de licenciamento ambiental prévio do projeto. Para a primeira semana estão programados três encontros: Dourados (16), Guaíra (18) e Cascavel (19). Em seguida, acontecem as audiências de Paranaguá (23), São José dos Pinhais (24), Guarapuava (26) e Irati (27).

Todas as audiências podem ser acompanhadas in loco e a distância. Os canais de comunicação criados para os encontros estão no ar há uma semana. Até esta quinta-feira foram 4.500 acessos, com e sem interação, como envio de perguntas ou inscrição para o transporte gratuito ou agendamento da transmissão ao vivo das reuniões.

As opções de contato passam por um número de 0800, mensagens por WhatsApp e o site oficial. Mais de 70% da procura ficou concentrada no site, onde estão disponibilizados os resultados que serão objeto de discussão nos encontros.

A população dos 49 municípios do traçado também pode optar pelo transporte gratuito para ir até os locais previstos das reuniões. O maior volume de pedidos até o momento é para as audiências de Dourados (MS), Cascavel e Paranaguá.

É de fundamental importância a sociedade contribuir com o processo de licenciamento desse projeto de infraestrutura que vai influenciar a vida de milhões de brasileiros nas próximas décadas”, destaca o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes.

 

 


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